
O Santo aproveitava
dessa influência para pregar aos soldados e a toda a população a fé em Cristo,
com descrição para evitar que o imperador soubesse. O próprio governador de
Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram por ele convertidos e confessaram
a fé mediante o martírio.
Denunciado como cristão, São Sebastião foi levado perante o imperador para justificar tal procedimento. Diante do imperador manteve-se firme e não renegou sua fé. Sentindo-se traído em sua amizade, Diocleciano ordenou que São Sebastião fosse condenado à morte. Amarrado a um tronco foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana.
Denunciado como cristão, São Sebastião foi levado perante o imperador para justificar tal procedimento. Diante do imperador manteve-se firme e não renegou sua fé. Sentindo-se traído em sua amizade, Diocleciano ordenou que São Sebastião fosse condenado à morte. Amarrado a um tronco foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana.
Apesar dos soldados o terem dado como morto,
as flechadas não conseguiram matá-lo, e corajosamente se apresenta perante o
imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos,
acusando-os de inimigos do Estado. Diocleciano permaneceu surdo aos seus
apelos, e ordenou que São Sebastião fosse espancado até a morte e jogado em uma
vala comum, uma mulher piedosa e cristã conseguiu retirar seu corpo dali e
sepultá-lo nas catacumbas da Via Ápia, em Roma. Era por volta do ano 284.
São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro desde
sua fundação por Estácio de Sá em 1565 no dia 1º de março, dando inclusive nome
à cidade: São Sebastião do Rio de Janeiro. A origem da homenagem deve-se ao
fato de o dia de São Sebastião ser comemorado no mesmo dia em que os
portugueses venceram a batalha contra os franceses na mesma região.
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